|
 |
Coachella 2007
 Um dos maiores festivais de música ocorreu neste último final de semana na Califórnia, precisamente na cidade de Indio, o Coachella 2007 Três dias de shows com os mais variados artistas e estilos marcou a edição de 2007 do evento. A programação foi dividida em dois palcos ao ar livre e três tendas onde se apresentaram grandes nomes do rock, da música eletrônica, do hip hop e do pop. Grandes nomes como Sonic Youth, Bjork, Rage Against the Machine, Willie Nelson e Amos Lee se juntaram a nomes pouco conhecidos e bandas mais recentes, entre elas, Kaiser Chiefs, Artic Monkeys, Lily Allen e The Árcade Fire. O evento totalizou mais de 100 apresentações e cerca de 180 mil pessoas. Um fato positivo foi que mesmo com toda essa diversidade musical e públicos consequentemente diferentes, o festival foi tranqüilo e não houve praticamente nenhuma confusão. O público também contou com uma boa infra-estrutura que resultou na facilidade de acesso as lanchonetes e lojas. O festival teve sua primeira edição em 1999 e desde então já contava com renomados artistas para suas apresentações. Tirando o intervalo de 2000, os demais anos sempre tiveram presença do Coachella no calendário de grandes eventos musicais. Para quem perdeu essa edição, o jeito é esperar até ano que vem e torcer para que seja tão bom quanto foi o deste ano. Confira no site oficial mais detalhes de como foi a edição de 2007. Marcadores: Música, Notícias
|
 |
 |
 |
The Stooges
 The Weirdness é o quarto álbum de estúdio do The Stooges e marca o reencontro de Iggy Pop, Ron Asheton e Scott Asheton como uma banda propriamente dita, já que os "rapazes" só haviam se reunido antes p/ uma ou outra apresentação ao vivo e quando tocaram em algumas faixas do último disco solo de Iggy de 2003.
Contando com a ajuda do baixista Mike Watt (Minutemen/Firehose) no lugar do falecido Dave Alexander, do saxofonista Steve Mackay, o mesmo que tocou no clássico Funhouse e de Steve Albini (Nirvana) na produção, "os patetas" mandam um petardo atrás do outro, fazendo jus a sua reputação de banda precursora do punk rock.
Os famosos três acordes se misturam ao blues e ao rock de garagem com propriedade e ainda contam com a ajuda do sax que dá aquele toque pra lá de psicodélico a algumas faixas e com vocal insano de Iggy, que pouco a pouco vai nos contando histórias sobre mulheres, adolescentes, jogos e diversão sem nunca perder o pique.
Essa combinação de elementos é justamente o que faz com que The Weirdness não se pareça deslocado no meio da curta, porém rica, discografia da banda e mesmo sabendo que não se pode compará-lo aos 3 álbuns anteriores, prova que os "garotos" não estão nem ai p/ a idade ou p/ as criticas e que ainda tem folego pra muito mais!
The Stooges - The WeirdnessMarcadores: Música
|
 |
 |
 |
Atenção! Atenção!
 Correm as boas línguas que teremos mais shows na terra tupiniquim. O quarteto inglês Magic Numbers já possui shows marcados no Brasil nos dias 25/7 no Rio (Circo Voador) e dia 26/7 em São Paulo, sem lugar definido ainda. O show fará parte da turnê do segundo e novo álbum, Those the Brokes, lançado no ano passado. Também cogita-se a vinda de Lily Allen entre final de agosto e começo de setembro. Outra banda que aparecerá por aqui no dia 1/7 é o veterano Mudhoney, uma das poucas bandas que até hoje toca o bom e velho grunge. A apresentação deles está marcada para ocorrer no clube Clash em São Paulo. Agora só nos resta esperar tais confirmações. Aguardem! Marcadores: Música, Notícias
|
 |
 |
 |
Nelson Motta - Ao Som do Mar e À Luz do Céu Profundo
 No final do ano de 1959 o Brasil vivia os últimos dias do governo JK. O país passava por uma de suas melhores fases e o otimismo tomava conta de todos. O efervescente Rio de Janeiro do final dos anos 50, prestes a perder o posto de capital para Brasília, é o palco dessa história, mais precisamente o Bairro Peixoto, um pequeno bairro cravado no coração de Copacabana.
Tudo começa com a mudança da família do coronel Kleber Ferreira para o Bairro Peixoto, como tanto sonhara Dona Eva sua esposa. Com seus filhos, Marina e Zé Roberto já criados, Eva convence o rigoroso marido a deixá-la trabalhar e abre uma loja de doces com sua amiga Lucila, a Bom Bocado, e lá conhece o delegado Noronha com quem acaba tendo um intenso caso de amor.
Caroline é uma jovem americana de 17 anos, filha do coronel Francis W. Simon, ambos apaixonados por esse país paradisíaco e sua música que conheceram nos filmes de Hollywood. Carol fica muito "excited", como gosta de falar o autor, com a transferência do seu pai para trabalhar na embaixada americana no Brasil, ela finalmente poderia conhecer esse país lindo, sua música e principalmente o seu futebol, uma de suas paixões. O Bairro Peixoto nunca mais será o mesmo depois da chegada dessa adolescente moderna, pelo menos para os padrões brasileiros daquela época, que mudará a vida de todos à sua volta.
Bombril é um "neguinho" magrelo e dentuço, filho de Nazaré empregada dos Ferreiras, que mora com a mãe na casa do coronel Kleber. Com a chegada de Carol na vizinhança ele logo se apaixona pela bela americana de peitos grandes e garante alguns dos momentos mais engraçados, e sacanas, do livro sempre observando o que acontece na casa do coronel Simon da janela do seu banheiro. No entanto, ele acaba se tornando o melhor amigo de Caróu, e não Querol. Carol tinha aprendido um pouco de português em Los Angeles e não aceitava que ninguém falasse seu nome com o sotaque americano.
Enquanto seu pai viúvo se encantava com a vida agitada da Copacabana do início dos anos 60 e literalmente "pegando geral", ela ia fazendo amizades com todos no Bairro Peixoto, aprende a jogar futebol com Bombril e logo vira a melhor amiga de Marina.
O coronel Kleber no entanto, fica arrasado com a traição da esposa e dá-lhe uma bela surra, afinal de contas o homem tinha que manter a sua honra era o que mandava a sociedade da época. Ainda mais se tratando de um coronel do exército brasileiro, respeitado professor do Instituto Militar de Engenharia. Dona Eva não pensava assim e acaba fugindo de casa e decidindo se separar do seu marido para viver o seu grande amor com o delegado Noronha, deixando ainda mais arrasado o pobre corno e arrependido coronel, mas o destino ainda iria pregar algumas peças não muito agradáveis à Eva.
A partir desse ponto o história vai se desenrolando de forma despretensiosa e com uma grande riqueza de detalhes sobre o cotidiano da época enquanto Bombril, Carol e Marina vão se tornando amigos inseparáveis e vivendo grandes momentos juntos, e também algumas grandes tragédias. Entre eles os sentimentos se misturam. Seus medos e suas esperanças, o amor e o desejo, a alegria e a tragédia, todos os sentimentos caminham juntos. E é assim que todos eles vão vivendo: Ao som do mar e à luz do céu profundo.
 Marcadores: Literatura
|
 |
 |
 |
Travis
The Boy With No Name é o quinto álbum de estúdio do Travis e teve seu título inspirado na dificuldade encontrada por Fran Healy (vocal) e sua esposa em decidir qual seria o nome de seu bebê recém-nascido. Se você procura por inovação, esse certamente não é o lugar onde você irá encontrá-la, mas se você já conhece o som da banda e é fã do quinteto escoces, irá se deliciar com o minimalismo, com as belas melodias, os arranjos de cordas, os violões acústico, os coros, o piano e os vocais delicados que permeiam cada música do disco. Pensando por esse lado, não se pode negar que o Travis fez um mais do mesmo competente, delicado e carregado de beleza, provando que nem se sempre é tão ruim assim se repetir e mostrando o porque de Chris Martin ter chegado a dizer certa vez que foram esses caras que inventaram o Coldplay. Travis - The Boy With No NameMarcadores: Música
|
 |
 |
 |
Patti Smith
 Para os que ainda não conhecem a senhora Patti Smith (sic), hoje já com 60 anos, ela começou sua carreira lendo poesias nos cafés de Nova York na década de 70 e continuou mais ou menos dessa forma até conseguir lançar seu primeiro álbum Horses, que introduziu inteligência ao emergente movimento punk, sendo considerado até hoje como um trabalho de literatura e poesia punk rock. Nessas quase 4 décadas de atividade, ela não se mostrou muito prolífica, já que sempre dividiu seu tempo entre a literatura, a poesia, o engajamento político, a família e a música. Tanto que durante esse período gravou "apenas" 10 álbuns de estúdio e volta agora com com Twelve, um álbum que conta com 12 covers de artistas dos mais diversos, que vão desde Rolling Stones, Jimi Hendrix, Bob Dylan e Beatles, passando Paul Simon, Nirvana, Jefferson Airplane e Neil Young e terminando em gente como The Allman Brothers Band, Stevie Wonder e Tears for Fears. Para alguém que "ousou" impor sua visão em uma época dominada pelo machismo e pela caça aos "comunistas" e que mesmo assim, venceu e se tornou uma das artistas mais influentes de seu tempo, aqui ela não se arrisca e o que ouvimos são praticamente os mesmos arranjos das músicas originais, marcados por seu canto falado, quase como se recitasse uma bela poesia em um café qualquer de Nova York.
Isso pode até ser muito pouco se comparado a tudo o que ela já fez ou ao o que alguns ainda esperam que faça, mas mesmo assim, é sempre um prazer poder ouví-la e se aliarmos esse fato a algumas das grandes canções que fazem parte desse álbum, Twelve certamente vale muito a pena. Patti Smith - TwelveMarcadores: Música
|
 |
 |
 |
Uma agradável surpresa
 Uma das coisas mais agradáveis no dia-a-dia é nos depararmos com algo novo, surpreendente. Na correria e estresse da megalópole paulista, não é raro procurarmos algo que nos faça “esquecer”, fugir dos mesmos problemas de sempre, problemas estes que parecem nos perseguir até o túmulo (e que Deus os tenha!) E procurando então fugir destes problemas por alguns minutos, tive contato, pela primeira vez, com a Revista Piauí, edição de Dezembro/2006. Capa verde, com a bandeira do Estado do Piauí, ilustração do incansável Millôr. Chamativa. Minha surpresa não foi menor quando o bem humorado e extinto (graças a Lei Kassab) outdoor da Piauí apareceu nas ruas. Nele, um Frankenstein lia a revista e abaixo dele aparecia a sugestiva frase: “para quem tem um parafuso a mais”. A Revista é ousada. Primeiro pelo seu formato, grande, próximo de outra boa revista, a Caros Amigos. Segundo pelo seu design, arrojado, inovador. E terceiro como não poderia deixar de ser, pelo seu conteúdo. Para começar, a publicação não possui nem editorial, nem colunistas, o que já é, nesse universo de comunicação impressa, um diferencial. Depois a linguagem, estética, assuntos e o time de “jornalistas” são outros grandes fatores de destaque. A revista não é mais uma de cultura, no sentido de fazer críticas e etc. É um conglomerado de reportagens, crônicas, de assuntos variados. Nesta edição, foi possível encontrar nomes que vão desde Fernanda Torres a João Sayad, de Antonio Prata a Marcel Gotlib. O lançamento oficial da publicação mensal aconteceu na FLIP, Feira Literária de Parati, evento cobiçadíssimo e que com certeza ajudou a alçar o sucesso da revista. Os responsáveis pelo lançamento foram o cineasta João Moreira Salles e o editor Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras. Agora, o que mais intriga é o nome, afinal, porque raios Piauí? Bem, só pesquisando pra saber. Mas o importante é que a revista é um deleite para os leitores. Projeto muito bom e que merece aplausos. O mercado precisava de algo desta estirpe. Piauí completa o time Carta Capital, Caros Amigos e Bravo. Quem quiser conferir um pouco do que rolou nas edições anteriores é só acessar http://www.revistapiaui.com.br/anteriores.htmVale a pena ler e constar se você tem parafusos a mais na caixola. Marcadores: Revista
|
 |
 |
 |
Fórum Internacional do Software Livre
 Acontece nesse fim de semana em Porto Alegre o maior evento de Software Livre do mundo , o FISL (Fórum Internacional do Software Livre). O evento, que já está na sua 8º edição, vai trazer ao Brasil esse ano grandes nomes da comunidade internacional de software livre como: Jon "maddog" Hall ( Linux International), Theo De Raad( OpenBSD), Jono Bacon (Ubuntu) e Otavio Salvador ( Debian), entre outros. Esse ano o evento conta com uma novidade que é no mínimo "excitante" para qualquer Geek no mundo: A arena de programação! Ok, calma! Eu explico, a arena trata-se de uma espécie de desafio para os programadores, que deverão por à prova suas habilidades em programação em três conceituados projetos Open Source: Os desktops Gnome e KDE e a distribuição de linux Debian. Os participantes deverão descobrir (e sugerir soluções) alguns bugs, criar novas funcionalidades, entre outros. Os três programadores mais bem sucedidos receberam um notebook cada. Pronto para o desafio? O evento também vai trazer as principais novidades no mundo Open Source, várias iniciativas governamentais e não governamentais no mundo relacionadas ao software livre, além dos já tradicionais eventos comunitários que tem como objetivo aproximar ainda mais a comunidade. Evento acontece nos dias 12, 13 e 14 de abril no Centro de Eventos FIERGS em Porto Alegre. Saiba mais informações no site do evento http://fisl.softwarelivre.orgMarcadores: Notícias, Tecnologia
|
 |
 |
 |
Arctic Monkeys
 Depois de todo hype feito pela imprensa britânica e do posterior sucesso alcançado com seu álbum de estréia Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, o Arctic Monkeys volta agora com Favourite Worst Nightmare, que deverá ser lançado "oficialmente" em 23 de Abril de 2007 , mas que desde o começo dessa semana já pode ser econtrado em vários hard drives ao redor do globo. Contando com a ajuda de James Ford na produção, que é mais conhecido pelo seu trabalho com a chamada "new-rave" que tomou de assalto a Inglaterra, dessa vez o quarteto de Sheffield fez um disco que pode ser considerado mais pesado em alguns momentos, só que menos "sujo" e com uma produção mais limpa em relação ao seu primeiro álbum.
Como se fosse um Morrissey do seu tempo, Alex Turner continua contando suas histórias sobre amigos, bebedeiras, garotas e baladas em cima da base pesada e cheia daquele swing característico do funk e do ska, mas nunca sem deixar de lado os riff rápidos e pegajosos, aliando letra e música de uma forma que faz com que o Arctic Monkeys passe fácil pelo chamado teste do segundo disco e os coloca lado a lado com BRMC e KOL na minha listinha de melhores do ano.
Arctic Monkeys - Favourite Worst NightmareMarcadores: Música
|
 |
 |
 |
Rapidinhas
 * Devido ao grande número de atos violentos, não só no Brasil, mas no Mundo todo, uma experiência será feita com o objetivo de comover as pessoas e pedir a paz. O piano branco (Steinway – modelo Z) de John Lennon, famoso quando ele compôs Imagine e que desde 2000 pertence ao cantor George Michael, irá visitar lugares marcados por atos violentos. Num momento futuro, há planos de ser feito um documentário e um álbum de fotos, além é claro da possibilidade da passagem do piano por países da Europa, África, América Latina e do Oriente Médio.
* A banda Nine Inch Nails e sua política de marketing do novo trabalho Year Zero, juntamente com a campanha viral apoiada pela banda e pela gravadora, acabou deixando de lado a implicância da RIAA, agência que regula a indústria fonográfica nos EUA, com músicas do cd reproduzidas por diversos sites. O resultado foi o quinto álbum completo da banda disponível on line. Ouça o cd completo aqui. * De acordo com o site inglês Sickthings, o cantor Alice Cooper e seu rock-horror podem desembarcar no Brasil no meio do ano. Segundo o site, o cantor tocará em 5 cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Tal show faria parte da turnê de divulgação de seu novo álbum Along Came a Spider, que será lançado até o final deste semestre. Por enquanto, porém, não há nada confirmado nem no site oficial do cantor, mas os fãs agradecem ser for verdade. Marcadores: Música, Notícias
|
 |
 |
 |
Jack White agora como ator
 Depois de aparecer no curta Sobre Café e Cigarros, com Meg White e atuar em Cold Mountain ao lado de Jude Law, é a vez de Jack White interpretar Elvis Presley.
O vocalista do White Stripes participará de uma paródia de Johnny & June (cinebiografia de Johnny Cash - 2005), no entitulado Walk Hard, que também se trata de uma cinebiografia, porém de Dewey Cox.
Não conhece Dewey Cox? Não tem problema, até porque ele não existe mesmo. Este é o nome fictício dado ao personagem que misturará histórias de vários famosos cantores como Ray Charles e, inclusive, Johnny Cash. Ao longo do filme, Cox (John C. Reilly) conhecerá outras personalidades, incluindo Elvis.
Os demais atores do longa fazem parte da série The Office, do elenco de Saturday Night Live e até de As Loucuras de Dick e Jane. A direção é de Jake Kasdan (Orange Country – Correndo Atrás do Diploma). Marcadores: Cinema, Notícias
|
 |
 |
|