Interpol - Via Funchal 11/03/2008
Nem a forte chuva que castigou a cidade de São Paulo poucas horas antes do início do primeiro show do Interpol no Brasil consegui espantar o bom público que compareceu ao Via Funchal na noite de ontem.
O show de aproximadamente 1h40m começou por volta das 22:30, com o quarteto de Nova York tocando Pioneer To The Falls para uma platéia animada, que lotou a pista, deixando os camarotes praticamente vazios.
O palco era simples e sem nenhuma afetação e além do já tradicional conjunto formado por amplificadores, caixas e instrumentos musicais, também contava com um telão que ia mostrando imagens aleatórias e quase sempre relacionadas aos temas das músicas tocadas pela banda, que durante a apresentação alternou sucessos de seus três álbuns de estúdio, "Turn On The Bright Lights" (2002), "Antics" (2005) e o recente "Our Love To Admire" (2007), para um público que cantava e batia palmas em praticamente todas as músicas e que em resposta recebia um "presente" atrás do outro, desde Obstacle 1, Slow Hands, Not Even In Jail e No I In Threesome até a belíssima Rest My Chemistry.
Essa entrega por parte do público em cada música tocada ficou ainda mais evidente quando o vocalista Paul Banks decidiu deixar de lado o ar blasé, que sempre o acompanha em shows e entrevistas, e substituiu os agradecimentos contidos e escassos por elogios mais efusivos como "você são maravilhosos pra cacete".
No já tradicional bis a banda tocou NYC, Stella Was A Diver And She Was Always Down e PDA, fechando com chave de ouro uma apresentação que certamente deixou em todos os presentes aquele gostinho de quero mais (tipo, queria ter ouvido The New) e a esperança de um breve retorno dos rapazes de Downtown.
O show de aproximadamente 1h40m começou por volta das 22:30, com o quarteto de Nova York tocando Pioneer To The Falls para uma platéia animada, que lotou a pista, deixando os camarotes praticamente vazios.
O palco era simples e sem nenhuma afetação e além do já tradicional conjunto formado por amplificadores, caixas e instrumentos musicais, também contava com um telão que ia mostrando imagens aleatórias e quase sempre relacionadas aos temas das músicas tocadas pela banda, que durante a apresentação alternou sucessos de seus três álbuns de estúdio, "Turn On The Bright Lights" (2002), "Antics" (2005) e o recente "Our Love To Admire" (2007), para um público que cantava e batia palmas em praticamente todas as músicas e que em resposta recebia um "presente" atrás do outro, desde Obstacle 1, Slow Hands, Not Even In Jail e No I In Threesome até a belíssima Rest My Chemistry.
Essa entrega por parte do público em cada música tocada ficou ainda mais evidente quando o vocalista Paul Banks decidiu deixar de lado o ar blasé, que sempre o acompanha em shows e entrevistas, e substituiu os agradecimentos contidos e escassos por elogios mais efusivos como "você são maravilhosos pra cacete".
No já tradicional bis a banda tocou NYC, Stella Was A Diver And She Was Always Down e PDA, fechando com chave de ouro uma apresentação que certamente deixou em todos os presentes aquele gostinho de quero mais (tipo, queria ter ouvido The New) e a esperança de um breve retorno dos rapazes de Downtown.




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