Gente muito atormentada

Com certo atraso, chegou às minhas mãos o DVD do polêmico filme coreano Oldboy. Na época de seu lançamento — 2004 — o filme causou um certo frisson nos expectadores. As opiniões, que divergiam entre o brilhantismo e a insanidade do longa, brotavam em discussões acaloradas.
E essa ebulição não foi à toa. O filme realmente é brilhante. E insano. Ou melhor, doentio. Com um roteiro de fazer qualquer psicopata ficar sem ar, uma atuação pra lá de boa do protagonista Choi Min-sik e uma direção certeira, Oldboy virou coqueluche nos círculos alternativos e foi premiado com o Grande Prêmio do Júri, em Cannes, edição 2004.
Em suma, o filme é sobre vingança. Oh Dae-su é um pai de família que em certo dia é detido na delegacia por bebedeira. Ao sair de lá, ajudado por um amigo, vai direto para uma cabine de telefone ligar para sua filha, que completava 3 anos no dia.
Enquanto o amigo falava com a filha de Oh Dae-su, este some, reaparecendo em outra cena em um quarto, onde permaneceu 15 anos de sua vida, sem sequer suspeitar o motivo. Durante sua “estadia” no quarto, acompanhou o noticiário da morte da sua mulher, sendo ele o acusado de ter cometido o assassinato.
Paranóico, após tanto tempo preso, sozinho, Oh Dae-su é libertado, almejando apenas vingança e notícias sobre sua filha. Porém, sua vingança será bem mais amarga do que ele poderia imaginar e as conseqüências de seus atos serão revidadas de modo cruel.
Oldboy tem seu roteiro escrito pelo diretor Park Chan-wook, em companhia de Hwang Jo-yun e Lim Joon-hoon e é baseado em um manga de Tsuchiya Garon e Minegishi Nobuaki, o que explica algumas cenas surreais de violência. Fora isso, a trama armada, o desenrolar da estória, as alternâncias entre drama e humor, e outras bizarrices como polvo vivo sendo engolido por Oh Dae-su fazem de Oldboy um dos melhores filmes já rodados. (O polvo estava mesmo vivo e foi preciso 4 moluscos até se chegar à cena final).
A lição que fica, além da reflexão dos limites a que se pode chegar um ser humano para sobreviver e para se vingar, é de que cinema bom, cinema forte e de impacto está além, muito além das linhas do país que fica entre o Canadá e México.
Oldboy surpreende em todos os sentidos e com certeza ninguém sairá imune ao filme. E eu que pensava que o Tarantino era praticamente insuperável..... Eita gente atormentada.
E essa ebulição não foi à toa. O filme realmente é brilhante. E insano. Ou melhor, doentio. Com um roteiro de fazer qualquer psicopata ficar sem ar, uma atuação pra lá de boa do protagonista Choi Min-sik e uma direção certeira, Oldboy virou coqueluche nos círculos alternativos e foi premiado com o Grande Prêmio do Júri, em Cannes, edição 2004.
Em suma, o filme é sobre vingança. Oh Dae-su é um pai de família que em certo dia é detido na delegacia por bebedeira. Ao sair de lá, ajudado por um amigo, vai direto para uma cabine de telefone ligar para sua filha, que completava 3 anos no dia.
Enquanto o amigo falava com a filha de Oh Dae-su, este some, reaparecendo em outra cena em um quarto, onde permaneceu 15 anos de sua vida, sem sequer suspeitar o motivo. Durante sua “estadia” no quarto, acompanhou o noticiário da morte da sua mulher, sendo ele o acusado de ter cometido o assassinato.
Paranóico, após tanto tempo preso, sozinho, Oh Dae-su é libertado, almejando apenas vingança e notícias sobre sua filha. Porém, sua vingança será bem mais amarga do que ele poderia imaginar e as conseqüências de seus atos serão revidadas de modo cruel.
Oldboy tem seu roteiro escrito pelo diretor Park Chan-wook, em companhia de Hwang Jo-yun e Lim Joon-hoon e é baseado em um manga de Tsuchiya Garon e Minegishi Nobuaki, o que explica algumas cenas surreais de violência. Fora isso, a trama armada, o desenrolar da estória, as alternâncias entre drama e humor, e outras bizarrices como polvo vivo sendo engolido por Oh Dae-su fazem de Oldboy um dos melhores filmes já rodados. (O polvo estava mesmo vivo e foi preciso 4 moluscos até se chegar à cena final).
A lição que fica, além da reflexão dos limites a que se pode chegar um ser humano para sobreviver e para se vingar, é de que cinema bom, cinema forte e de impacto está além, muito além das linhas do país que fica entre o Canadá e México.
Oldboy surpreende em todos os sentidos e com certeza ninguém sairá imune ao filme. E eu que pensava que o Tarantino era praticamente insuperável..... Eita gente atormentada.
Marcadores: Cinema




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